Concentracio II, editie 5/6 by Josep Bofill
Concentracio II, editie 5/6 by Josep Bofill
Concentracio II, editie 5/6 by Josep Bofill
Concentracio II, editie 5/6 by Josep Bofill
Concentracio II, editie 5/6 by Josep Bofill
Concentracio II, editie 5/6 by Josep Bofill

Concentracio II, editie 5/6 2003

Josep Bofill

ResinaResina sintética
25 ⨯ 25 ⨯ 25 cm
€ 4.000

HCH Gallery

  • Sobre arte
    'Concentracio II, editie 5/6, 2003 is vervaardigd met hars en brons en heeft een afmeting van 25 x 25 x 25 cm.

    Josep Bofill, geboren in 1942, komt oorspronkelijk uit Barcelona. Het is tevens ook de stad waar hij in 1958 studeerde aan 'the Barcelona School of Arts and Crafts'.
    Zijn werk is tentoongesteld in galeries over de hele wereld, denk aan België, Nederland, Hong Kong, Zwitserland, de Verenigde Staten, Colombia, Rusland, Frankrijk, Luxenberg, Portugal en uiteraard Spanje. Daarnaast was zijn werk te zien in musea zoals La Cour d´Or Museum in Metz en het Kunstmuseum Den Haag.
  • Sobre artista

    Josep Bofill Moliné (Barcelona, ​​​​1942) é um escultor catalão para quem a arte é um meio de reconciliação de opostos. A sua obra opera na intersecção entre a matéria e o espírito, o silêncio e a comunicação, individual e coletiva.

    Bofill cresceu num ambiente nitidamente artístico. Aos quinze anos, colaborou com o pai em frescos na Capela de Santo André, em Andorra — uma experiência precoce que viria a moldar permanentemente o seu sentido de escala, simbolismo e habilidade artesanal. Pouco depois, abriu o seu próprio atelier, onde experimentou diversas disciplinas, entre as quais a ourivesaria e a cerâmica.

    Recebeu a sua formação na Escuela de Artes y Oficios, em Barcelona. Vive e trabalha em Barcelona até hoje.

    Na sua obra, Bofill combina técnicas tradicionais de escultura e pintura com meios contemporâneos, como a fotografia.

    A comunicação é um pilar central: as suas esculturas e imagens funcionam como diálogos visuais entre aparentes opostos. Natureza e cultura, interior e exterior, luz e escuridão, masculino e feminino, subjetivo e objetivo – para Bofill, estes não são opostos fixos, mas forças que se influenciam constantemente.

    O cerne da sua busca artística reside na tensão entre isolamento e unidade. A sua obra retrata um processo contínuo de desenvolvimento em que o individual e o universal alternam e, por fim, convergem. Bofill vê a beleza estética não como decoração, mas como harmonia: o momento em que os extremos se encontram com o equilíbrio e a dualidade se dissolve.

    A sua obra foi reconhecida internacionalmente com vários prémios. Em 1982, recebeu o Prémio Josep Llimona de Escultura do Cercle Artístic de Sant Lluc. Em 1997, o governo catalão atribuiu-lhe a Medalha Presidencial Francesc Macià pela Obra e, em 2001, recebeu o Prix International d’Art Contemporain de Monte Carlo.

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