Stilleven met flessen (1961) by Jan van Heel
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Stilleven met flessen (1961) 1961

Jan van Heel

Óleo sobre tela original
56 ⨯ 46 cm
Preço em pedido

Bruning Heintz Fine Art

  • Sobre arte
    Gedateerd 1961
    Grootte 46 x 56 cm
    Signatuur Handgesigneerd
    Materiaal Olieverf op doek
    Stroming Nieuwe Haagse School
    Provenance Particuliere collectie

    Jan van Heel werd in 1898 in Rotterdam geboren en ontwikkelde al vroeg interesse in tekenen en schilderen. Tijdens zijn opleiding aan de avondacademie in Rotterdam legde hij de basis voor zijn latere werk. In 1926 vestigde hij zich in Den Haag, waar hij naast zijn kunstenaarschap ook werkzaam was als tekenleraar. Tijdens de Tweede Wereldoorlog werd hij betrokken bij het vervaardigen van muurschilderingen in openbare gebouwen. Na de oorlog verbleef hij een periode in Parijs, waar hij zijn werk verder ontwikkelde en aansluiting vond bij internationale kunstenaarskringen. Terug in Nederland speelde Van Heel een actieve rol in de Haagse kunstwereld. Hij was medeoprichter van de kunstenaarsgroepen Verve en Fugare, die vernieuwende impulsen gaven aan de Haagse schilderstraditie. Zijn oeuvre omvat vooral clowns, landschappen, stillevens en figuren. Zijn werk wordt gekenmerkt door een rustig, gedempt kleurgebruik en een evenwichtige compositie. Van Heel nam deel aan internationale tentoonstellingen en vervulde diverse jury- en bestuursfuncties, onder meer op kunstbiënnales. Hij ontving meerdere onderscheidingen, waaronder benoemingen in de Orde van Oranje-Nassau. Hij bleef zijn leven lang actief als kunstenaar. Jan van Heel overleed in 1990 in Den Haag, maar zijn werk blijft onderdeel van belangrijke Nederlandse museumcollecties.
  • Sobre artista

    Hendrik Johannes Haverman nasceu a 23 de outubro de 1857 em Amesterdão. Tornou-se um conceituado artista holandês, mais conhecido pelos seus retratos, desenhos e ilustrações. Com um olhar apurado para o carácter e um subtil sentido de linha, Haverman captou a alma dos seus retratados – muitas vezes em estudos a preto e branco, discretos, mas impactantes.

    A sua formação artística começou na Rijksakademie van Beeldende Kunsten, em Amesterdão, e posteriormente aprimorou as suas capacidades na academia de arte de Antuérpia. Foi influenciado pelo retrato clássico, mas, ao mesmo tempo, conseguiu manter uma sensibilidade moderna, com grande atenção à expressão e à dinâmica interior.

    Haverman adquiriu fama como retratista da burguesia abastada e da elite intelectual. Desenhava escritores, políticos e artistas, entre outros, e os seus retratos figuravam regularmente em publicações e exposições. Trabalhou meticulosamente com lápis, giz e carvão, tornando-se um dos melhores desenhadores da sua geração. O seu estilo é reconhecível pela sua estrutura sóbria, linhas de contorno subtis e expressões faciais expressivas.

    Mas Haverman era mais do que apenas um artista. Numa época em que as mulheres eram dificilmente admitidas nas academias de arte, dava aulas particulares a muitas jovens que desejavam tornar-se artistas. Entre as suas alunas, encontravam-se nomes conhecidos como Lizzy Ansingh e Suze Robertson. Ao fazê-lo, desempenhou um papel importante na emancipação das artistas femininas na Holanda – um contributo que só foi verdadeiramente apreciado mais tarde.

    Para além do seu trabalho artístico, Haverman também atuou como escritor sobre arte e cultura. Os seus ensaios e recensões testemunham uma profunda reflexão sobre o papel da arte na sociedade e sobre a necessidade de integridade artística.

    Hendrik J. Haverman faleceu a 11 de agosto de 1928 em Amesterdão. As suas obras podem ser encontradas em vários museus holandeses, incluindo o Rijksmuseum. Como desenhador, professor e pensador, teve uma influência duradoura no mundo artístico holandês – não de forma eloquente, mas com precisão. Os seus retratos são testemunhas silenciosas de um homem que captou o rosto do seu tempo, ao mesmo tempo que abriu espaço para o futuro.

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