Sobre o artista

Margaritha Sara ‘Greet’ de Gruyter-Feuerstein (Aardenburg, 29 de abril de 1893 – Haia, 4 de fevereiro de 1986) foi uma versátil artista holandesa, conhecida como aguarelista, pintora, artista gráfica, ilustradora, pastelista, desenhadora, artista da caneta e artista têxtil. Formação e início de carreira Após a sua... Read more

Margaritha Sara ‘Greet’ de Gruyter-Feuerstein (Aardenburg, 29 de abril de 1893 – Haia, 4 de fevereiro de 1986) foi uma versátil artista holandesa, conhecida como aguarelista, pintora, artista gráfica, ilustradora, pastelista, desenhadora, artista da caneta e artista têxtil.

Formação e início de carreira

Após a sua educação na escola de ciências domésticas em Amersfoort, em 1911, Greet Feuerstein teve a oportunidade de ter aulas na Royal Academy of Art em Haia. Inicialmente, ela estudou com Albert Roelofs, mas achou a sua abordagem inadequada e decidiu encontrar o seu próprio caminho. Esta busca levou-a até Jan Toorop, de quem se tornou aprendiz. Através de Toorop, conheceu também a sua filha, Charley Toorop, o que influenciou o seu desenvolvimento posterior.

Vida pessoal

Em 1926, Greet casou com o crítico de arte e diretor de museu W. Jos. o Gruyter. O casal estabeleceu-se em Soesterberg e depois em Haia. Juntos tiveram vários filhos. Após o divórcio, em 1948, Greet continuou a viver em Haia, onde deu continuidade à sua carreira artística.

Desenvolvimento artístico e estilo

A obra de Greet Feuerstein mostra uma clara distinção entre as suas obras pré e pós-guerra. Os seus primeiros retratos apresentam semelhanças com os de Charley Toorop, caracterizados por pinceladas firmes e formas elegantes. Após a Segunda Guerra Mundial, o seu estilo evoluiu para uma abordagem mais arejada e orgânica, com cores mais vivas e motivos exóticos. Este desenvolvimento é visível tanto nos seus retratos como nas suas naturezas-mortas.

Exposições e associações

Após a guerra, Greet tornou-se membro do Pulchri Studio em Haia, onde expôs regularmente. O seu trabalho foi exposto, entre outros, no Stedelijk Museum Amsterdam (1929) e no Het Kunstcentrum em Haia (1962-1963). Apesar da sua obra modesta, em parte devido à sua tendência para destruir obras, deixou uma impressão duradoura no mundo artístico holandês.

Legado

Greet de Gruyter-Feuerstein morreu a 4 de fevereiro de 1986 em Haia. O seu trabalho é ainda apreciado e estudado, e oferece uma visão sobre a evolução da pintura holandesa no século XX.

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